Mais de 90% dos professores municipais devem paralisar em 15 de maio

O cumprimento pela administração Jorge Pozzobom da Lei do Piso Nacional e contra a reforma da previdência proposta pelo governo Bolsonaro. Esses são os motes da paralisação dos professores municipais desta quarta-feira (15), movimento definido em assembleia geral da categoria no dia 24 de abril.

O Sindicato dos Professores Municipais de Santa Maria, em levantamento junto às direções das escolas, estima que mais de 80% dos professores devem aderir à paralisação, total ou parcialmente. “Percebemos que há uma indignação crescente dos professores pela indefinição do governo Pozzobom com relação ao pagamento do piso salarial e também com a ameaça séria da reforma da previdência”, relata a coordenadora de Organização e Patrimônio, Martha Najar.

As atividades no dia 15 acontecerão em dois turnos na Praça Saldanha Marinho. Pela manhã, com concentração às 9 horas, os professores municipais se manifestam pela valorização da educação e dos educadores. A categoria cobra do governo Pozzobom a aplicação da Lei do Piso Nacional do Magistério na íntegra, com a distribuição da carga horária contemplando os 33% para atividades extraclasse e 15,9% de reajuste no salário básico, equiparando-o ao piso. A pauta tem também o reajuste do auxílio-alimentação, o fim da falta de professores e solução plano de saúde, cujo custo elevado impossibilita a adesão de muitos servidores.

À tarde, o movimento será unificado com outras entidades que participam da Greve Geral da Educação Contra o Desmonte da Aposentadoria. O ato será às 16 horas.

 

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